Imprensa

28-Ago-2018 08:34
Vacinas

UBSs de Sorocaba voltam a aplicar vacina contra meningite

A imunização havia sido interrompida devido ao encerramento do estoque de vacinas e à falta de previsão de entrega de novas doses.

A partir desta terça-feira (28), a Secretaria da Saúde de Sorocaba (SES) deverá retomar a aplicação da vacina meningocócica C nas 32 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade.

A imunização havia sido interrompida devido ao encerramento do estoque de vacinas e à falta de previsão de entrega de novas doses para a cidade por parte do Ministério da Saúde, que através de nota justificou as falhas no território nacional por atraso do laboratório produtor. Mas, na última sexta-feira, a SES recebeu um lote com 3.590 doses.

De acordo com a SES, o consumo médio mensal de Sorocaba é de 3.620 doses, podendo haver variações a depender do mês. A vacina meningocócica C (conjugada) faz parte do Calendário Nacional de Vacinação, sendo administrada aos 3 meses e aos 5 meses, com reforço aos 12 meses. Para crianças que não receberam o reforço aos 12 meses, a vacina poderá ser administrada até os 4 anos de idade.

Pólio e sarampo
A campanha de vacinação contra pólio e sarampo termina nesta sexta-feira, dia 31, nas 32 UBSs. Até às 17h do dia 22 de agosto, a SES aplicou 45.144 doses, sendo 22.728 (73,50%) de pólio e 22.416 (72,49%) da tríplice viral SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola). Crianças de 1 a 4 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias) devem ser imunizadas na unidade mais próxima.

De acordo com a SES, a meta de cobertura vacinal maior ou igual a 95% deverá ser alcançada tanto na rotina, quanto nas campanhas. Em Sorocaba, de acordo com a Secretaria do Estado de Saúde, há 30.922 crianças de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias, que deverão receber a imunização.

A vacina contra o sarampo usada na campanha é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. Já contra a poliomielite, ou paralisia infantil, é administrada a vacina oral, em gota. A campanha visa imunizar as crianças que ainda não tomaram a dose ou não obtiveram resposta imunológica satisfatória à vacinação, mantendo assim elevada a cobertura vacinal, para redução dos riscos de reintrodução destas doenças no Brasil.

Jornal Cruzeiro do Sul
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