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Francisco França nasceu em Nova Cantú (PR), em 27 de abril de 1964, é casado com Josiane, pai de Erick, 17 e Victor de 12 anos de idade.
Filho de pais agricultores começou a trabalhar muito cedo na lavoura para ajudar no sustento familiar. Aos 17 anos veio para Sorocaba, onde seu primeiro emprego registrado foi como servente de pedreiro, função que exerceu até iniciar, em 1984, na VIMA (Viação Manchester), empresa que na época era responsável pelo transporte público em Sorocaba, como cobrador de ônibus.
Em 1986, França integrou a chapa da CIPA e foi o trabalhador mais votado da história da VIMA. Porém, a exploração da categoria do transporte, com salários baixos, excessivas jornadas de trabalho sem pagamento de horas extras e falta de benefícios fizeram com que o jovem França participasse de uma greve.
Fato usado pela administração da VIMA para sua dispensa por justa causa. Mas como sempre soube lutar pelos seus direitos, ele buscou preservá-los na justiça trabalhista e foi reintegrado ao quadro de funcionários da empresa.
A votação expressiva na CIPA e sua despontada liderança chamaram a atenção da direção do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte, que o convidou a fazer parte integrante da entidade. |

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França aceitou, e foi afastado da VIMA para iniciar finalmente sua trajetória sindical dentro da entidade, onde atuou como diretor; presidente por duas gestões (1994/1999), vice-presidente (atual), além de permitir a ele presidir a Federação Estadual dos Trabalhadores em Transportes, filiada à CUT, cargo que ocupa ainda hoje.
Sua atividade dentro do sindicato foi a grande responsável por França descobrir sua vocação política. Em 1987, após uma convivência sindical já intensa, ele entendia melhor o “mundo” da política, por isso filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT), ainda sem pretensão a cargo público.
No entanto, o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte de Sorocaba buscava lançar um candidato a vereador em Sorocaba, França, por sua liderança e postura respeitáveis foi o escolhido. Ficou surpreso, mas encarou o desafio e na sua primeira disputa, em 2004, foi eleito com 2653 votos.
No primeiro mandato, despontou na bancada petista como um vereador que não aceitava passivamente determinadas ações do governo municipal, porém, como não tinha experiência parlamentar, o líder sindicalista agia com cautela com o objetivo de aprender os efeitos da política municipal.
Apresentou projetos importantes, muitos deles tornaram-se leis; elaborou e questionou o governo municipal com inúmeros requerimentos, ofícios e indicações. Cumpriu o papel para o qual foi eleito, beneficiando os eleitores que nele confiaram seus votos.
Nova eleição Municipal em 2008, França foi reeleito com 2.711 votos, comprovando assim a aceitação da população ao seu trabalho. Com energia renovada, ele tomou posse com vontade de fazer do seu mandato, fiscalizador. Assim tem agido, questionando com veemência a atual administração municipal, levantando desmandos, participando de ações que buscam a transparência do executivo.
Foi o grande responsável por questionamentos que trouxeram à tona ilegalidades de vários atos do governo municipal. Tornou-se referência de oposição em Sorocaba e cidades da região, respeitado por suas intervenções verbais e ações práticas.
França segue seu mandato na Câmara Municipal legislando em prol da população sorocabana.